..::.. Não há preço ..::..

 Todas as coisas que desejei

Eu tive

Quando eu precisei da coisa mais importante

Não consegui

Infelizmente, era uma coisa que não se comprava

O dinheiro foi inútil dessa vez

Segui com a cabeça erguida

Tentei superar todas as barreiras

E, num mundo como esse

em que estamos todos sozinhos,

Eu aprendi a conviver e viver

Dia após dia

Publicado em: on Maio 23, 2007 at 7:33 pm Comentários (2)

~ (in)Decisão ~

Ainda me lembro de seu cheiro doce

Dos seus abraços confortáveis

Da sua voz gentil e delicada de ser

Tudo isso eu perdi

Ainda me pergunto

Se valeu a pena ter deixado tudo para trás

Ter seguido sozinha, sem apoio de quem eu mais amava

Continuo sem a resposta

Continuo seguindo em frente

Até onde, eu não sei

Mas estou disposta a descobrir

Só lamento ter perdido esses momentos lindos da minha vida

Ficará na minha memória para sempre

Apenas na lembrança…

Publicado em: on at 7:32 pm Deixe um comentário

Mário de Andrade…seria uma salvação?

  Mário de Andrade… o que posso dizer sobre esse ótim…não,não…excelen…não, não…magnífico escritor?  Mário era uma excelente pessoa, nunca pude conversar com ele pessoalmente, mas tive amigos que o conheceram e tiveram esse privilégio de bater um papo com ele – *que inveja!!* – e me disseram que nunca tinham falado com uma pessoa tão culta, inteligente como ele, simplesmente o amaram.

  Eu adoro o Má por se interessar em psicologia, claro, eu amo psicologia, e usar como conhecimento para escrever, soa muito familiar isso não é? ^^  O Má, pelas obras dele, ele é muito sincero, diz o que pensa, diz realmente a verdade sobre os temas que outros escritores fingiam não ver o lado “ruim” como se não existisse. Ele bate de frente mesmo,  fala o contrário se for a verdade e critica com toda a razão.

  Amo o Mário de Andrade por ser tão inteligente, escrever do jeito que ele quer e do jeito que pensa e, a cima de tudo, ele era da paz. Ele realmente acreditava que o Brasil poderia ser um país melhor e deu duro para que isso acontecesse. Praticamente, ele “gastou” a vida inteira dele acreditando que o Brasil poderia mudar, sair da corrupção, etc. Eu, particularmente, acreditava que o país podia mudar sim, mas do jeito que está hoje em dia, não tenho tanta esperança. Talvez se ele estivesse vivo hoje, ele continuaria persistindo em um mundo melhor, e  com certeza continuaria escrevendo críticas, pois, hoje em dia para um escritor como ele, isso não iria lhe faltar.

  Má, um cara da paz, escritor muito inteligente, falava a verdade e tinha toda a razão das coisas que falava, acreditava num país melhor, e correu atrás disso até não poder mais. Acho que não preciso dizer mais nada, né? Já entenderam o motivo do tema que coloquei e o meu motivo de amar o Má, não entenderam?

Marcela’s =*ss

Publicado em: on Maio 22, 2007 at 11:23 pm Comentários (1)

Marcela Y.

Meu nome é Marcela Yuzuki, nasci dia 20 de junho de 1986, tenho 20 anos e em um certo momento da minha vida eu não tive essa vida “fácil” que todos diziam e achavam.
Minha vida inteira fui julgada pelos outros sobre conseguir tudo que eu quero e ter tudo muito fácil, sem nenhum esforço, mas não era muito bem assim. Ninguém via o esforço que meus pais faziam para termos tudo aquilo. Meus pais são médicos, e muito bem sucedidos, mas se esforçaram muito e se esforçam até hoje, vida de médico é corrida e não tem muito tempo para a família, por isso eu vivia sempre com minha tia. Minha tia é a única que não tem essa ambição de riqueza, ela adora literatura e arte, o trabalho dela não rende muito, mas é o que ela gosta e está feliz por trabalhar nisso. Passando as tardes com ela por ser a única com quem fica disponível “24 horas” por dia, acabei sendo influenciada, acresento que agradeço até hoje por ela ter me mostrado um outro lado que eu nunca tinha visto e que não demonstrava interesse, e acabei virando uma escritora.
  Parei a faculdade de medicina e meu técnico em psicologia e fui para a Europa, contra a vontade de meus pais, sozinha, com o meu próprio dinheiro, sem ajuda de ninguém, além da minha tia que foi a única que me ajudou com o pouco que ela tinha.
  Passei por várias coisas, ruins e boas, mas não é fácil você mudar de um país, com culturas e língua diferentes da nossa, e ainda sem nenhum apoio dos pais e dinheiro contado para as coisas. Mas senti orgulho de mim mesma por ter superado tudo e por ter feito, pela primeira vez na vida, algo sozinha para mim mesma e não o que meus pais ou outras pessoas queriam.
  Isso deve ter calado a boca de muita gente que dizia que para eu conseguir alguma coisa era só pedir pro papai ou pra mamãe e pronto, dessa vez não pedi ajuda e eles nem iam me ajudar mesmo, mas aceitei ajuda da minha tia por ser de coração mesmo que ela estava dando o dinheiro e sei  que ficaria triste se eu não aceitasse a ajuda ela, e também foi bastante útil, não foi muito, mas foi de coração e me ajudou bastante!
Hoje tenho um emprego temporário mas continuo escrevendo, claro! Isso não vou parar nunca de fazer.
  Espero que meu trabalho seja reconhecido por pessoas do mundo todo, espero que todos gostem de meus poemas e algumas prosas, apesar de eu não gostar muito de prosa. O meu estilo de escrever é simples, eu não escrevo muito de acordo com as regras gramáticas, na verdade odeio português e sempre fui péssima na escola nessa matéria. Como fiz 2 anos de psicologia que eu adorava e gosto até hoje, pena que tive que desistir no técnico, eu procuro escrever pensando no ponto de vista de cada uma pessoa que irá ler. Procuro fazer a pessoa que está lendo sentir o que eu sinto, tentar fazer a pessoa ler e ao mesmo tempo se identificar e passar por aquilo que está escrito, virando uma outra pessoa, ter os mesmos sentimentos que eu tive quando estava escrevendo, etc.
  É incrível o que a Internet pode fazer, não? Facilitou bastante a divulgação do meu trabalho para pessoas do mundo inteiro e, além do mais, é mais prático e a letra é mais bonita por aqui, não é verdade? ^^
  Bom…chega de papo e seja muito bem-vindo ao meu diário virtual!
Publicado em: on Maio 18, 2007 at 12:44 pm Deixe um comentário